Ex-morador de rua vira empresário e fatura R$ 100 mil ao mês

Essa história saiu na Folha de hoje.

Sinceramente, não há desculpas para desistir.




PATRÍCIA BASILIO
DE SÃO PAULO


A primeira empresa de Marcelo Ostia,31, faliu. Vindo do interior de São Paulo para a capital, ele sobreviveu com R$ 4 por dia. Alugou vaga de estacionamento, mesmo sem ter carro, para fugir da violência das ruas. No inverno, tomou banho em um tanque de lavar roupas de uma indústria e, por isso, era vítima de gripes frequentes. Conseguiu se reerguer: hoje é empresário com loja própria e 340 microfranquias.

Confira abaixo o depoimento do empresário concedido à Folha:

*

Descobri que havia nascido para trabalhar com confecção aos sete anos, quando ganhei uma camiseta do Batman e fiquei curioso para saber como ela havia sido feita.

Aos 18 anos, confirmei a teoria ao abrir uma empresa de estamparia de roupas em Itu [a 101 km de São Paulo], cidade onde moro hoje. Ganhei muito dinheiro [com o negócio], mas como era "filho de papai", não soube aproveitar a oportunidade.

Eduardo Anizelli/Folhapress
Marcelo Ostia, dono do portal Camisetas da Hora
Marcelo Ostia, dono do portal Camisetas da Hora

O empreendimento chegou ao fim quando tomei calote de R$ 4.500 de um dos clientes e fiquei no vermelho. Para microempresas, qualquer perda é um grande prejuízo.

Falido e desempregado, fui para São Paulo com R$ 50 para vender peças personalizadas e reerguer minha vida financeira. Durante um mês, sobrevivi com R$ 4 por dia.

Para não dormir na rua, aluguei um estacionamento no Brás (centro de São Paulo). Não tinha carro, mas usava a vaga para descansar. Era uma forma de me proteger da violência nas ruas. Dormia sobre um cobertor velho e usava camisetas com defeito como travesseiro.

Durante o inverno, tomava banho no tanque de uma fábrica sem xampu nem sabonete. Sentia frio e pegava gripe com muita facilidade.
No começo da noite, vagava pelas ruas para evitar o barulho do entra e sai de carros no estacionamento.

TAPA NA CARA

A minha vida mudou quando tomei um "tapa na cara" do destino: recebi uma blusa usada de representantes da prefeitura em uma campanha que dá roupas a pessoas carentes. Eu, que vendia peças novas, aceitei uma antiga.

Era com essa camiseta que me cobria enquanto dormia no estacionamento. Três meses depois de chegar a São Paulo, a mãe de um colega me chamou para morar com ela e deixar as ruas.

Era uma muçulmana de quem até hoje só consegui ver os olhos [por causa da vestimenta]. Fico triste por saber que, se encontrá-la, não a reconhecerei para agradecer o que ela fez por mim e pela minha carreira.

Os planos na capital foram interrompidos quando soube que minha namorada, em Itu, estava grávida. Voltei ao interior disposto a ser empregado para criar o bebê.

Fiquei três meses distribuindo currículo e consegui emprego como auxiliar administrativo em uma fábrica. Mas a alegria não durou muito. Um salário mínimo não foi suficiente para sustentar a minha filha.

RECOMEÇO

Para complementar a renda, voltei a vender camisetas personalizadas em um portal de compras. Foi um recomeço em 2004.

Meu interesse de infância em empreender foi atiçado, apesar de ter falhado na primeira tentativa. Juntei R$ 300 e montei um site para mostrar e vender as peças. A ideia deu frutos e, depois de um ano, transformou-se no site Camisetas da Hora. Deixei de ser empregado.

Hoje vendo cerca de 8.000 camisetas por mês e tenho faturamento mensal de R$ 100 mil, loja própria em um shopping na cidade de Itu e 340 microfranquias distribuídas pelo Brasil.

A minha meta como empreendedor é chegar a mil microfranquias no país, exportar as peças e ser reconhecido como o maior empresário de camisetas do mundo.
Minha história fez toda a diferença para o sucesso como empreendedor.

As dificuldades me fizeram ser uma pessoa melhor e mais humilde, compreensiva e paciente. A camiseta usada que ganhei na campanha está hoje emoldurada e pendurada em uma das paredes da empresa.

Perfeito para quem quer emagrecer!

(download)

Esse comercial é perfeito na capacidade de associar a principal característica do produto, sulgar, a um sonho universal: emagracer. É lógico que ele jamais fará isso, mas, pelo gancho do humor, o torna fortemente associado ao desejo e o desejo à lembrança e essa, à decisão de comprar.

Coisas da propaganda...

Manual para 2012


Saúde:
1.  Beba muita água
2.  Coma ao café da manhã como um rei, ao almoço como um príncipe e ao jantar como um pedinte;
3.  Coma o que nasce em árvores e plantas, e menos comida produzida em fábricas;
4.  Viva com os 3 E's: Energia, Entusiasmo e Empatia;
5.  Arranje tempo para orar;
6.  Jogue mais jogos;
7.  Leia mais livros do que leu em 2011;
8.  Sente-se em silêncio pelo menos 10 minutos por dia;
9.  Durma 8 horas por dia;
10. Faça caminhadas de 20-60 minutos por dia, e enquanto caminha sorria.
Personalidade:
11.  Não compare a sua vida a dos outros. Ninguém faz idéia de como é a caminhada dos outros;
12.  Não tenha pensamentos negativos ou coisas de que não tenha controle;
13.  Não se exceda. Mantenha-se nos seus limites;
14.  Não se torne demasiadamente sério;
15.  Não desperdice a sua energia preciosa em fofocas;
16.  Sonhe mais;
17.  Inveja é uma perda de tempo. Tem tudo que necessita....
18.  Esqueça questões do passado. Não lembre seu parceiro dos seus erros do passado. Isso destruirá a sua felicidade presente;
19.  A vida é curta demais para odiar alguém. Não odeie.
20.  Faça as pazes com o seu passado para não estragar o seu presente;
21.  Ninguém comanda a sua felicidade a não ser você;
22.  Tenha consciência que a vida é uma escola e que está nela para aprender. Problemas são apenas parte do curriculum, que aparecem e se         desvanecem como uma aula de álgebra, mas as lições que aprende, perduram uma vida inteira;
23.  Sorria e gargalhe mais;
24.  Não necessite ganhar todas as discussões. Aceite também a discordância;
Sociedade:
25.  Entre mais em contato com sua família;
26.  Dê algo de bom aos outros diariamente;
27.  Perdoe a todos por tudo;
28.  Passe tempo com pessoas acima de 70 anos e abaixo de 6;
29.  Tente fazer sorrir pelo menos três pessoas por dia;
30.  Não te diz respeito o que os outros pensam de você;
31. O seu trabalho não tomará conta de você quando estiver doente. Os seus amigos o farão. Mantém contato com eles.
A Vida:
32.  Faça o que é correto;
33.  Desfaça-se do que não é útil, bonito ou alegre;
34.  DEUS cura tudo;
35.  Por muito boa ou má que a situação seja.... Ela mudará...
36.  Não interessa como se sente, levanta, se arruma e aparece;
37.  O melhor ainda está para vir;
38.  Quando acordar vivo de manhã, agradeça a DEUS pela graça.
39.  Mantenha seu coração sempre feliz.

Pesquisa prevê apenas 4 grandes jornais impressos depois de 2015, nos EUA


Por Carlos Castilho em 19/12/2011

Um relatório baseado em 10 anos de investigações será divulgado em janeiro pela Universidade do Sul da Califórnia, unidade de Annenberg, e antecipa que além do The New York TimesThe Washington PostThe Wall Street JournalUSA Today, nos Estados Unidos sobreviverão apenas os jornais locais que decidirem mudar sua estratégia de negócios.

O diretor do Center for the Digital Future (Centro para o Futuro Digital), Jeffrey Cole, adiantou as linhas gerais do estudo e admitiu que outras previsões feitas antes  sobre o fim dos jornais impressos já falharam anteriormente, mas salientou que o desfecho é inevitável. “Pode haver variação de meses, mas não há dúvida de que estamos diante do fim de uma era”, disse.

A Escola de Comunicação e Jornalismo da USC/Annenberg é um dos três mais respeitados centros de estudo e pesquisa sobre jornalismo nos Estados Unidos. Embora o documento tenha atraído mais atenção pelo fato de marcar uma data para a agonia do jornal impresso como um negócio lucrativo, ele põe mais ênfase numa série de perguntas ainda sem respostas.

A grande questão levantada pelo documento se refere às mudanças que a expansão acelerada da tecnologia digital está provocando nas nossas vidas. Cole afirma na página web do relatório que “os Estados Unidos estão às vésperas de uma mudança radical" e lança a pergunta: “Até que ponto estamos preparados e dispostos a pagar o preço que a tecnologia está cobrando em nossas vidas?”

O informe “Is America at a digital turning point?” destaca mais de 100 dilemas a serem enfrentados pelos norte-americanos, destacando entre eles:

** a questão da credibilidade online,

** a avalancha informativa,

** a obsolescência dos desktops e a sua substituição pelos tablets,

** a implantação do trabalho contínuo (24 horas, sete dias da semana),

** o fim do hábito de ler jornais matutinos,

** a perda da privacidade individual,

** a incógnita da política via internet,

** a mudança dos hábitos de compra de bens de consumo.

As questões levantadas pelo documento já foram tratadas em vários outros estudos de outras universidades e centros de pesquisa tanto dos Estados Unidos com da Europa e do Japão. Mas o que ele destaca é a constatação de que o principal dilema deste momento de transição não é a tecnologia, mas sim os valores e comportamentos que ela altera.

A mídia convencional e os grandes portais da Web ainda estão fascinados pelos gadgets eletrônicos e pelos softwares capazes de automatizar processos e ampliar a capacidade de processamento de informações. São raros os estudos sobre como estas mudanças já impactam o nosso quotidiano e vão transformá-lo ainda mais no futuro próximo.

Em pouca coisa se avançou nesse caminho, mas apesar de estarmos apenas engatinhando na avaliação das mudanças nos comportamentos e valores da era digital, já é possível antever que será um processo extremamente complexo porque:

** a avalancha informativa multiplicou o número de variáveis a serem consideradas em qualquer estudo,

** a diversificação e segmentação de conhecimentos viabilizaram a investigação de nichos sociais, econômicos, políticos e culturais em nossa sociedade;

** a estatística e a probabilidade ganham espaço como novos parâmetros para certificação de credibilidade;

** surge uma nova relação entre o individual e o coletivo;

** a hierarquia perde importância em favor da heterarquia;

** e as afirmações absolutas cedem terreno para a abordagem complexa dos fenômenos e processos sociais.

Nenhum dos itens mencionados acima pode ser considerado absoluto e irreversível. Se há uma coisa que a era digital está mostrando de forma quase brutal, esta é a de que tudo muda com uma rapidez perturbadora. Conviver com a incerteza e com a insegurança parece ser o nosso grande desafio daqui por diante.

Mídia está no centro das religiões

     "Hoje, para existir, uma instituição deve estar na mídia, a religião também”, disse o professor de Estudos de Mídia da Escola de Jornalismo e Comunicação de Massa da Universidade do Colorado, Stewart M. Hoover, em entrevista ao Instituto Humanitas (IHU).

     “As mídias estão agora no centro da religião e da espiritualidade contemporâneas”, afirmou o pesquisador, mencionando que as pessoas também experimentam a religião e a espiritualidade através da mídia.

   As mídias digitais têm a capacidade de fazer e de mudar a natureza da comunidade. As religiões institucionais, constata Hoover, estão tendo dificuldade para se adaptar a essa nova situação, e enfrentam o desafio à autoridade.

     As religiões “não podem mais controlar a forma e os lugares em que as pessoas experimentam a religião, celebram a fé e exploram a espiritualidade”, disse.

      Ele propõe que as igrejas repensem seus papéis de autoridade e façam parte de um “mercado de escolha” cultural nas esferas material e midiática. “Elas não controlam mais o mistério, que é agora algo pelo qual as pessoas se veem responsáveis”, afiançou.


Data: 14/12/2011
Fonte: ALC

Pesquisa: Jovens Saem da Igreja Por Ser Lugar ‘Pouco Amigável’

The Christian Post

Pesquisadores descobriram que a grande maioria, ou 59% dos jovens cristãos abandonam a igreja de forma permanente ou durante um longo período de tempo após completar 15 anos de idade.

A pesquisa foi realizada pelo Grupo Barna, revela que grande parte dos jovens vê a igreja como um lugar pouco amigável e cheio de julgamento, segundo o site Cristianos.

O estudo, que envolveu entrevistas com 1.296 jovens que são ou já foram membros de igrejas, é o resultado de um trabalho de cinco anos reunido no livro “You Lost Me: Why Young Christians are Leaving Church and Rethinking Faith” (Por que os jovens cristãos estão abandonando a Igreja e repensando a fé, em português), escrito pelo atual presidente do Grupo Barna, David Kinnaman.

Os resultados da enquete mostram também que na faixa dos 18 a 29 anos os jovens acreditam que “os Cristãos demonizam tudo que está fora da igreja”; e um terço deles simplesmente acha que “ir à igreja é chato”.

Um dos fatores que vem colaborando para o distanciamento entre os jovens e a igreja é o confronto entre as expectativas religiosas e a experiência sexual dos jovens. Um em cada seis jovens Cristãos afirmam que “cometeram erros e sentiram-se julgados pela igreja por causa deles”.

Enquanto isso, entre os entrevistados católicos, 40% dos jovens entre 18 e 29 anos acreditam que a doutrina de sua igreja em relação à sexualidade e ao controle de natalidade estão “desatualizados”.

Entre os principais fatores que distanciam os jovens da igreja, foram identificados: a atitude superprotetora e exclusivista da igreja, o fato de oferecer uma experiência cristã superficial, visão antagônica à ciência, um lugar em que o sexo é tratado de maneira errada, a não valorização de outros tipos de fé e espiritualidade e a hostilidade que a igreja trata quem não crê no que ela ensina.

De acordo com o site Cristianos, Kinnaman classifica essa evasão dos jovens da igreja como um problema que requer providências urgentes, já que normalmente os jovens saem de casa cedo, vão para a faculdade ou começam logo a trabalhar, casam e têm filhos antes dos 30 anos.

Segundo Kinnarman, as igrejas não estão preparadas para lidar com o ‘novo padrão’ vigente no mundo. “No entanto, o mundo está mudando de maneira significativa, como um acesso cada vez maior ao mundo e a diversas ideologias, em especial por conta da tecnologia, fazendo crescer seu ceticismo em relação a figuras externas de autoridade, incluindo o cristianismo e a Bíblia”, conclui.

Cartão de Natal. Chocante...

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Estacionando o carro pelo iPhone

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É ilimitada a utilidade desses aparelhinhos! Imagine o futuro...

Um porquinho, um desejo e umas boas risadas

Quando a gente fica fixo demais em um desejo, estamos presos por ele e, mesmo que o alcancemos, nunca poderemos desfruta-lo completamente.

Um comercial para aprender a ter estilo

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Esse comercial já é antigo, mas ele me fez pensar em como é bom ter seu próprio estilo porque quando se tenta copiar o do outro, geralmente, é só fora...